It's a mixed blessing, but "Frank Herbert's Dune" goes a long way toward satisfying sci-fi purists who mocked David Lynch's previous attempt to adapt Herbert's epic narrative. Ironically, director John Harrison's 288-minute TV miniseries (broadcast on the Sci-Fi channel in December 2000) offers its own share of strengths and weaknesses, which, in retrospect, emphasize the quality of Lynch's film in dealing with Herbert's novel with a more comprehensive authority. The debate will continue as to which movie is best; The extensive use of Lynch's internal monologue now seems a well-met challenge, and Harrison's more conventional approach is better equipped to convey the epic scope of Herbert's interplanetary political intrigue. \ N That's right: this "Dune" is a sumptuous treat for the eyes, with sets and costumes that were designed with no apparent limits of budget or creativity. Just in terms of architecture, this is one of the most impressive films in the history of science fiction. And while special effects are insufficient for the quality of the feature film, writer-director Harrison (who emerged from a vast experience on TV) admirably dominates the extensive narrative that crosses the opposing houses of Atreides and Harkonnen in a struggle to control the lucrative market of the spice mix. This is as accurate as any "Dune" adaptation will probably be (ie no need for another try), and even then, it can be tricky to track who is doing what to whom. Unfortunately, the biggest flaws of the film are the cast of an almost uncomfortable William Hurt as Duke Leto, and a wooden Alec Newman as the messiah-to-be, Paul Atreides. The failures are regrettable, but this "Dune" remains completely respectable. That Frank Herbert would be impressed is perhaps the greatest compliment one can do
Altered Carbon ( Carbono Alterado série ) é uma experiência extremamente imersiva, obrigatória para todos fãs das distopias cyberpunk. Este show mostra uma sociedade em que a tecnologia libertou o homem da sua própria mortalidade e das amarras que nos prendem a este planeta. Uma ilustração impressionante de uma sociedade pós-eternidade, pós-corpórea, pós-racial, pós-teísta. Fazendo um bom trabalho na extrapolação das complexidades inerentes de um sistema ultra-capitalista que monopolizou a imortalidade e a estrada para as estrelas. Será desnecessário mencionar que a construção deste mundo é fantástica, os valores de produção são altos e cada frame é um banquete para os olhos. Mas nem tudo é perfeito, alguns episódios a meio da temporada são lentos e um pouco ocos, alguns temas pós-identitários, a nudez e a violência gratuita poderão desagradar muitos puritanos de todas as sensibilidades políticas. As performances dos actores variam, de personagens tridimensionais complexa...
Muitos têm falado sobre a crescente qualidade das séries de TV, como este formato tem ultrapassado o cinema na qualidade das historias contadas, seja pela densidade das personagens ou a imersividade total com que o espectador vive estas narrativas. The Terror, é um bom exemplo disto. Dificilmente no género de terror, conseguiremos encontrar em qualquer ecrã algo semelhante neste patamar de qualidade, seja no valor de produção como na execução da obra. O espectador torna-se assim o passageiro numa historia que nos fará sofrer com cada morte, o mais simples suspiro de angustia destes tripulantes e questionar onde acaba a realidade e começa o delírio. Das actuações esplendorosas de cortar de folgo, à qualidade artística da fotografia, a riqueza do dialogo, a tensão permanente . Esta é de facto uma viagem ao mesmo gélido inferno, fazendo o espectador questionar cada metáfora, cada alusão. TV de prestigio em todo o seu esplendor, uma brilhante série de te...
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